sábado, 6 de agosto de 2016

Escolhendo boas pagadoras de dividendos. Por onde começar?

Os mais ricos investidores da bolsa de valores são os que investem no longo prazo.
Pelo menos é o que diz a mídia especializada.
Então aqui embaixo vai uma tabela com as empresas que mostraram lucro nos últimos 5 anos e distribuiram bons dividendos, para garimpar e buscar uma decisão. Resultado passado não é garantia de resultado futuro, mas é mais fácil confiar em quem sempre fala a verdade do que em quem já mentiu para você.
Estão ordenadas por maior dividend yeld, sendo eliminadas as que possuem liquidez muito reduzida.
Para auxiliar, tem uma coluna com o P/L, os dividendos são a média dos últimos 5 anos, mas essa lista é só o começo. É importante buscar mais informação e saber o que está fazendo.
Bons investimentos e boa sorte.

Sigla Nome          Vol (21d)         DY  5a        P/L
BBAS3 BRASIL ON 218.952.477 10,1% 5,52
BAZA3 AMAZONIA ON 208.157 10,1% 6,13
HBOR3 HELBOR ON 2.878.569 10,0% 17,16
SAPR4 SANEPAR PN 909.765 9,3% 4,95
BRSR6 BANRISUL PNB 10.286.221 8,3% 5,02
DAYC4 DAYCOVAL PN 582.921 8,2% 5,31
CPLE3 COPEL ON 784.147 7,1% 6,73
GRND3 GRENDENE ON 7.544.167 6,6% 9,54
ABCB4 ABC BRASIL PN 2.740.922 6,5% 6,08
COCE5 COELCE PNA 1.469.787 6,4% 10,69
PSSA3 PORTO SEGURO ON 14.537.877 6,1% 9,94
CPLE6 COPEL PNB 20.179.957 5,5% 9,86
FESA4 FERBASA PN 1.450.526 5,1% 13,99
EVEN3 EVEN ON 5.354.499 5,0% 10,51
ITSA4 ITAUSA PN 173.820.777 4,9% 7,20
HGTX3 CIA HERING ON 11.958.825 4,7% 11,63
ITUB3 ITAUUNIBANCO ON 3.743.269 4,6% 9,27
SHUL4 SCHULZ PN 527.025 4,5% 7,52
ALPA4 ALPARGATAS PN 6.333.134 4,5% 17,03
EZTC3 EZTEC ON 14.188.455 4,3% 8,17
ITSA3 ITAUSA ON 10.872.953 4,3% 6,92
ITUB4 ITAUUNIBANCO PN 435.820.842 4,1% 10,77
BBDC4 BRADESCO PN 310.085.709 4,1% 9,65
MRVE3 MRV ON 33.713.056 4,0% 10,34
BBDC3 BRADESCO ON 42.242.789 3,8% 9,86
CIEL3 CIELO ON 158.889.831 3,4% 21,76
CYRE3 CYRELA REALT ON 27.531.547 3,3% 10,77
CTIP3 CETIP ON 94.891.967 3,2% 21,24
TUPY3 TUPY ON 11.169.307 3,1% 24,64
GUAR4 GUARARAPES PN 469.287 2,9% 13,46
LREN3 LOJAS RENNER ON 79.232.096 2,8% 29,51
GUAR3 GUARARAPES ON 895.465 2,7% 15,58
TIMP3 TIM PART S/A ON 21.088.628 2,7% 19,09
WEGE3 WEG ON 32.301.607 2,6% 21,60
FRAS3 FRAS-LE ON 604.293 2,6% 16,93
UGPA3 ULTRAPAR ON 87.732.570 2,5% 26,35
RENT3 LOCALIZA ON 41.567.572 2,3% 21,40
ALSC3 ALIANSCE ON 6.906.500 2,2% 20,31
MULT3 MULTIPLAN ON 36.481.128 2,2% 34,09
SLCE3 SLC AGRICOLA ON 4.210.305 2,1% 17,33
ARZZ3 AREZZO CO ON 4.406.950 2,0% 20,70
SSBR3 SIERRABRASIL ON 1.613.797 1,9% 48,20
BRFS3 BRF SA ON 114.013.628 1,8% 17,74
MDIA3 M.DIASBRANCO ON 17.903.054 1,6% 25,24
IGTA3 IGUATEMI ON 17.113.365 1,6% 29,55
ESTC3 ESTACIO PART ON 43.691.617 1,4% 10,95
PNVL3 DIMED ON 294.354 1,4% 39,63
SMTO3 SAO MARTINHO ON 15.488.334 1,2% 29,58
DIRR3 DIRECIONAL ON 2.786.385 0,9% 7,87
LAME3 LOJAS AMERIC ON 7.891.056 0,8% 91,92
LAME4 LOJAS AMERIC PN 39.657.836 0,6% 133,80

sábado, 16 de julho de 2016

Warren Buffett e a Análise de Balanços

Warren Buffett e a análise de Balanços

Impressões sobre o livro.

Acabei de ler o livro em português - e foi uma ótima experiência.
Não trata-se de uma experiência literária, mas sim de uma tradução bem feita e de bom entendimento, com idéias curtas e práticas.
O livro é composto de 55 capítulos, divididos em 5 partes:
- Introdução
- A demonstração do resultado do exercício
- O balanço patrimonial
- Demonstração de Fluxo de Caixa
- Os últimos 5 capítulos são consideração sobre A avaliação da empresa com uma vantagem competitiva durável.
Essa última parte, inclusive é o reforço do tema que se repete em todo o livro: Como analisar os demonstrativos e como encontrar neles indícios de que a empresa tem a vantagem competitiva necessária para torná-la lucrativa durante décadas.
A leitura é leve e forma um bom raciocínio sobre como analisar aquele monte de números e como se chegou a eles.
Com capítulos curtos, o livro, que também é pequeno, convida a uma reflexão sobre as noções básicas de contabilidade, ao mesmo tempo que coloca uma nova visão sobre ela e como ela pode ajudar a ser bem sucedido na bolsa de valores.
No livro também há também um glossário que reforçam o conceito discutido durante o livro, ajudando a absorver o conteúdo, não sendo somente uma definição dos termos.
Pesquisando na internet somente encontrei no Mercado Livre, para quem tiver interesse: http://lista.mercadolivre.com.br/livros/warren-buffett-e-a-análise-de-balanços


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

JStock - Software para controle de portfólio.

Algumas vezes o que precisamos é um software simples e fácil de usar, não precisando de uma quantidade enorme de funções e recursos que muitas vezes nem usamos. Conheço poucas pessoas que conheçam, entendam e façam uso das funções mais aprimoradas do pacote Office, por exemplo.
Hoje eu encontrei um programinha muito legal.
O JStock, para controle de portfólio de ações:

Tem também uma versão para Android:


No programa, você pode selecionar o país, criar registros de compra e venda de ações, recebimentos de dividendos e outros detalhes importantes para quem investe.
O Software possui configuração fácil e apesar de ser em inglês, não há muita dificuldade no aprendizado.
O legal é que dá para acompanhar o status atual do portfólio, com cotações atualizadas através das informações do Yahoo. Você consegue ficar sabendo na hora como está, se está com prejuízo, lucro e vizualizar gráficos que podem auxiliar na gestão da carteira. 
Também pode acompanhar índices e cotações de muitas bolsas pelo mundo.
O legal também é que pode armazenar o conteúdo nas nuvens e se tiver a versão Premium para Android, sincronizar e ter tudo atualizado nos dispositivos.
Eu estou gostando e recomendo:




Como se trata de um software gratuito, vale a pena testar e se gostar adquirir a versão completa.

domingo, 24 de março de 2013

Corretoras - amigas ou inimigas?

Qualquer pessoa que queira investir em ações diretamente precisa usar os serviços de uma corretora.
Corretoras são membros da Bovespa e além de receber e encaminhar as ordens de compra, fornecem uma série de serviços importantes: disponibilizam cotações, guardam os valores não utilizados na compra de ações, mantém analistas e disponibilizam home-brokers, relatórios, além de outros serviços indispensáveis ao investidor.
O iniciante faz o cadastro, envia os documentos e assim que liberado, começa a comprar e vender ações.
Após adquirir algum conhecimento e experiência, além de alguns prejuízos, ele lê em algum lugar que quem ganha com trades só são as corretoras. Aí ela vira o bicho papão. Tá cheio de gente criticando corretoras. Mas será mesmo?

Todos os serviços, produtos e profissionais mantidos pela corretora têm um custo. Além de pagar as próprias contas, toda corretora é uma empresa e como tal, busca o lucro. Aparentemente após alguns prejuízos, o investidor acusa a corretora e suas tarifas de minarem seus lucros e tornarem mais difícil algo que não vai bem.
Isso é correto?
Vejamos o lado da corretora.
A corretora além de intermediar negócios funciona como uma escola de mercado de capitais. Tudo começa quando temos duas "escolas" de investimento: a Fundamentalista e a Técnica.

A fundamentalista exige conhecimento de matemática, balanços contábeis, certo talento para analisar negócios e visão de médio a longo prazo. Estudar Análise Fundamentalista dá muito trabalho. Se a corretora só dá atenção para isso, vai perder clientes aos montes, pois as outras corretoras vão visar o curto prazo e encontrar meios para convencer os potenciais clientes que ela providencia oportunidades de lucros regularmente e as fundamentalistas não. A maioria das pessoas não está preparada para esperar meses, anos, por um resultado. Então, até o momento não vi corretoras incentivando para pequenos investidores o aprendizado e uso desse tipo de análise. Elas precisam de algo mais imediatista, algo que premie periodicamente os clientes, para deixa-los satisfeitos além de gerar corretagens para cobrir os custos.

A Análise Técnica é relativamente mais simples de aprender, basta conhecer os padrões formados pelos gráficos e esquecer o resto. Não exige formação acadêmica ou nível de instrução muito alto. Ela também promete pequenos lucros no curto prazo, algumas vezes no próprio dia e se as pessoas não conseguem lucro logo, já começam  a reclamar. Então é uma boa opção para as corretoras. Aumentam os números de negócios, providenciam pequenas recompensas diárias para os clientes e todos ficam felizes.
As corretoras disponibilizam profissionais, ferramentas, área educacional e acompanhamento durante todo o pregão e dá-lhe Análise Técnica. Olha os custos aí....

E nós investidores, estamos certos? Vamos ver com mais calma:
O investidor conhece o mercado de capitais e vislumbra a oportunidade de ganhar muito dinheiro sem trabalhar. A propaganda e as matérias nas revistas são sedutoras. Ele vai comprar partes de uma empresa, essas partes vão crescer e ele vai se desfazer delas com lucro.
Começam os problemas antes do primeiro contato com o HB.
Lí em alguns livros de psicologia que as pessoas têm uma mania de internamente supervalorizarem as próprias competências e e habilidades. Uma pessoa que pensa ter inglês intermediário, mas é só o básico. Outra que acha que não precisa de planejamento, pois vai resolver tudo na hora. Outras que se acham especiais e espertas. Vão conhecer o mercado de capitais, logo após alguns negócios vão descobrir o fio da meada e ser mais bem sucedidos que os outros. Vai dar tudo certo no final!!! Aí, com pouco conhecimento e experiência, tentam a "grande tacada". Dois erros já no início: Achar que sabem algo que não sabem e acreditar que vão blefar e esvaziar a mesa. No fundo no fundo é a mania do brasileiro de fazer tudo "meia-boca" querendo retorno alto por isso.
Abrem o HB e descobrem que nada sabem. Os mais cuidadosos consultam os analistas da corretora. Os menos cautelosos vão atrás de fóruns, comunidades e acabam acreditando em pessoas que não conhecem pessoalmente. Seria muito fácil assim né? Fico olhando o HB, pego dicas e ganho dinheiro aos montes sem esforço ou conhecimento. Está aí o terceiro erro do investidor. Além de não ter lucros, vai ter que pagar custódia, corretagens e se tiver algum lucro, vai gastar alí.
Com prejuízos acumulando, frustração e desapontamento, as pessoas demonstram outro comportamento humano muito comum: Não querem admitir que não sabem o que fazem. O cara quer ganhar dinheiro, mas quer que outra pessoa pense por ele e não dá certo. Aí ele culpa quem? Os "tubarões", os especuladores e.... as corretoras. Ele não quer admitir que errou e precisa escolher outro caminho.

Como foi mencionado no início, as corretoras são fornecedoras de produtos e serviços e como tal têm um público alvo. Talvez a corretora que o iniciante escolheu não seja a adequada para ele. Não vai ser bom para o cliente nem para a corretora. Se o cliente não está satisfeito com ela, é simples: muda e ponto final.

O fato é que se o investidor tem lucro, não vai ligar para tarifas de corretagem ou custódia. O correto é analisar se a corretora escolhida atende suas necessidades e se ela potencializa  suas oportunidades de ganho, sejam quais forem os custos envolvidos. Vale mais a pena gastar 20 e ganhar 100 do que gastar 10 e ganhar 30. Agora já com mais experiência e conhecimento, o investidor pode tentar novas alternativas e buscar a que melhor se enquadra nas suas necessidades ou ao seu estilo.
Só não vale ficar reclamando e chorando. Tem que descobrir onde está errando e potencializar seus lucros.
E que de preferência a corretora ganhe com o investidor.


quinta-feira, 21 de março de 2013

Frases populares.

Estou sem tempo para escrever, mas algo que aconteceu tenho que colocar aqui.
Há algum tempo eu escrevi aqui a respeito de muitos ditados populares que me servem de inspiração, e que aprendi na minha infância, com meus bisavós.
Nas últimas décadas surgiram novos ditados populares, mas infelizmente as pessoas aparentemente vêm reduzindo suas massas encefálicas e repetem aquilo sem questionar.
Não sei se devido à influência dos livros de auto-ajuda, mas o fato é que muitos vivem acreditando mais em palavras do que em ações. São exemplos na vida pessoal, política, profissional e por aí vai.
Tem algumas frases que quero mencionar aqui, mas saem do tema do blog, então vou me conter e mencionar apenas uma que foi dita por uma amiga no trabalho e muitos repetem aquilo como se fosse a melhor coisa a fazer. Quando escutei aquilo e expliquei para ela que ela estava errada, olhou para mim como se eu fosse um alienígena ou louco. Ainda deu um sorriso de desdém.
A frase é: "Para se ter alguma coisa tem que fazer uma dívida". Já ouvi muitos falarem a mesma coisa. Os pais estão ensinando os filho tudo errado.
Comprar financiado ou parcelado é pagar juros e impede de barganhar um desconto a vista.
Se você vai comprar algo de 5000 reais e parcelado acaba pagando 8000, são 3 mil reais a menos de produtos que você adquire.
A empolgação da compra se desfaz logo, mas a conta continua chegando por muito tempo.
Eu sei que nem toda compra parcelada ou financiada é ruim. Imprevistos acontecem e qualquer um pode precisar de um empréstimo ou comprar um bem financiado em uma emergência. Eu posso vir a ter dívidas devido a imprevistos e se não souber o que fazer, podem piorar muito as dívidas. Tem também aquelas dívidas boas que podem te trazer bons resultados. A troca de um aluguel por um financiamento de imóvel, por exemplo. Uma ferramenta para trabalho, que se paga com o uso. Basta analisar cada caso e saber se realmente é bom ou não. 
Como evitar isso? Simples. Se a dívida é por um desejo seu e não uma necessidade, não há um plano para isso, aguente firme. Vá para casa e volte depois de 2 ou 3 dias. Talvez você chegue à conclusão que não vale a pena se apertar com aquilo. Talvez você seja um consumidor compulsivo e compre mesmo assim. Continue tentando e busque sua felicidade.
Dívida boa é dívida planejada.
Dívida ruim é dívida por impulso, emotiva.
A minha amiga? Está reclamando que não consegue pagar as contas.



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Análise Fundamentalista

Viajando na maionese.

Nós, ilustres investidores no mercado de capitais, somos atraídos por motivos nada nobres: ganhar dinheiro sem "trabalhar" ou ganhar muuuito mais do que ganhamos com nossos empregos convencionais. Ao iniciar nossa heróica trajetória, conhecemos renda fixa, variável e juros compostos. Paramos para analisar a nós mesmos e logo pensamos: "Como eu devia ter prestado mais atenção nas aulas na escola". Com nossos conhecimentos amadores sobre investimentos, começamos a desconfiar do gerente do banco e também surge a curiosidade: alguém realmente ganha muito dinheiro investindo em renda variável?
Só você pode responder tal pergunta. Como? "Dando a cara a tapa". Tentando.
Entre os métodos conhecidos no mercado, temos a Análise Fundamentalista e a Análise Técnica. Tem todo aquele blá blá blá sobre qual delas é melhor e qual dá mais resultado.
Posso dizer com certeza que A MELHOR É A QUE VOCÊ DOMINA. Eu acho bonito aquelas frases que dizem que "tal coisa é a arte de", então digo que "Investir é a arte de ganhar dinheiro". Se você vai fazer isso com fundamentos ou gráficos ou os dois, ótimo. Recomendo a todos que aprendam ambas as técnicas. Dinheiro é a arma no mercado de capitais. Conhecimento é o escudo. Como dizia um amigo meu, conhecimento não ocupa espaço, mas a falta pode deixar um vazio.
Já testei gráficos e afirmo que funcionam. Acredito que é mais difícil analisar e entender fundamentos do que gráficos. Mas também acredito que o caminho para enriquecer com ações está nos fundamentos.

O começo.

Agora que filosofamos, vamos á prática, ao começo.
O primeiro passo da análise fundamentalista é analisar o Ambiente Macroeconômico para saber se é hora de entrar comprando, depois a setorial para saber se as empresas do setor têm boas perspectivas e por último a própria empresa, pois se tudo está bem, mas a administração não, então vai tudo por água abaixo.
No ensino de contabilidade introdutória, nos cursos superiores, o aluno primeiro estuda um balanço patrimonial completo, para depois ir se aprofundando e aprendendo como funciona cada detalhe dele e de onde toda a informação vem. O balanço é produzido de inúmeras e complexas "partes" de informação que uma empresa produz durante o ano contábil.
A análise fundamentalista também inicia com uma visão geral, conhecida como "Ambiente Macroeconômico". Mas diferente da contabilidade, o Ambiente Macroeconômico é influenciado, mas também influencia as empresas. As decisões governamentais influenciam de certa maneira os setores da economia, que muitas vezes o mercado reage fortemente a cada comunicação.
Então o primeiro passo é analisarmos o ambiente geral de investimentos.  Procurar entender como a atual situação mundial influencia as decisões econômicas. Crescimento do PIB, desemprego, taxa de juros, câmbio e inflação devem ser acompanhados de perto. Se soubermos o que leva o governo a tomar certas decisões, podemos prever o que vai acontecer a partir de indicadores que o próprio governo usa, assim estamos um passo na frente. Muito cuidado nessa hora, pois decisões populistas podem causar verdadeiros estragos nos setores econômicos e não adianta escutar outra pessoa falar que é o certo, tem que ter conhecimento e discernimento para saber se aquela medida é boa ou não. Se soubermos o que acontece quando o governo toma decisões, então estamos adiantados dois passos e podemos ter uma noção, com certa margem de erro do que vai acontecer.
Se, por exemplo, o Federal Reserv abaixa a taxa de juros, os investidores fogem dos EUA e vêm para cá. Entra muito dólar no país, ele cai de preço, prejudica as empresas exportadoras, beneficia as que têm dívidas em dólar, etc etc.
Leia jornais e revistas especializados. Aprenda algo sobre economia e esteja atento às análises dos profissionais das corretoras. Entenda o que está acontecendo no mundo, no Brasil e crie cenários para saber o que aconteceria diante de várias decisões e eventos. Uma boa maneira de se familiarizar com os fatos e boatos que permeiam os investimentos.
Depois que tiver boa noção do ambiente macroeconômico, aí passamos para o setorial.
Mas isso é um assunto para outra hora.
Bons investimentos!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Black Friday

Isso aqui vai ser curto e grosso, pois vi muito saldão não ter desconto nenhum.
Se não souber anteriormente o preço de um produto, não tem como saber se ele está barato de verdade.
O vendedor brasileiro vai falar "Black Friday" e tentar te vender caro. Se você não sabe o preço pode cair na lorota.
Pense nisso.